terça-feira, 10 de novembro de 2009

Show de terça-feira



O convidado do projeto "Cultura para todos" dessa semana foi
Guilherme Arantes.
Um programa bem intimista.



sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Origem do Amigo Oculto ou Amigo Secreto



Segundo informações do site "wikipédia", acredita-se que a brincadeira tenha origem nos povos nórdicos. Porém, é também uma brincadeira de costumes e tradições de povos pagãos.
A brincadeira se popularizou no ano de 1929, em plena depressão onde não tinha dinheiro para comprar presentes para todos se fazia a brincadeira para que todos pudessem sair com presentes.

Vou lhe dar algumas dicas para que vcs descubram meu amigo oculto/secreto:
Ele/ela é loiro, de pele morena, alto,magro de estatura baixa,
seus cabelos são encaracolados e lisos, meio crespos,

olhos metade claros, metade escuros,

Não posso falar mais,
se não vocês vão descobrir.
Ah! O seu presente fica por conta de sua imaginação.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Aos amigos de perto e aos de longe também.



Amigo

(Lena Gino)

Tem coisas que a gente só sente quando tem um amigo:
Uma saudade danada quando ele está longe...
Um orgulho enorme quando ele faz sucesso...
Uma tristeza sem fim quando ele sofre...
Uma confiança cega quando ele está por perto...
Uma alegria imensa quando ele telefona...
Um ciúme besta quando ele está amando...
Um aconchego gostoso quando ele abraça...
Uma certeza infinita quando ele concorda...
Uma raiva passageira quando ele erra...
E se machuca.

Cultivar amigos é preservar a vida.
É abrir espaço pra compreensão.
É se descobrir generoso.
É jamais se sentir sozinho.

Se você tem alguém que chora junto...
Que pega na mão na hora do medo...
Que fala a verdade que dói...
E que perdoa quando é ofendido...
Então você tem um amigo.
Eu espero que você tenha um cofre bem seguro aí, no seu coração...
Porque amigo é coisa preciosa, que a gente ganha num segundo...
Mas leva uma vida inteira pra guardar.


Texto retirado do site:www.maisvoce.com.br

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O símbolo Perdido

Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus conhecimentos de simbologia e sua habilidade para solucionar problemas. Em 'O Símbolo Perdido', o professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana - o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.

Fonte de pesquisa: Livraria Cultura.
Data do lançamento: Dia 24 de novembro de 2009

domingo, 1 de novembro de 2009

Dia de Los Muertos

No calendário mundial 2 de novembro é o dia dos finados, um dia triste de lamentação. No México a coisa tem uma visão inversa, propondo uma imensa celebração com os ancestrais – algo bem diferente das comemorações tradicionais.

Os mexicanos acreditam que essa é uma maneira dos vivos se relacionarem com os mortos. A perspectiva é de origem e destino, lugar de descanso e de reencontros. Trata-se de uma mistura muito louca de respeito, alegria, fascinação e intimidade. Dessa forma, os mexicanos acabam aprendendo em vida a conviver e sobreviver ao medo da morte.

Desde cedo as crianças se acotovelam para comer as caveirinhas feitas de açúcar e todo tipo de guloseimas servido em um banquete para os vivos e para os mortos. Assim, acostumam-se ao contato com uma morte brincalhona e companheira, personificada nos bonecos-caveiras.

O fato é que as pessoas não se lamentam, ao contrário, tratando de fazer altares caprichados com oferendas para os espíritos e comemorar a vida com muita música, tequila e comida típica.

Esses altares normalmente possuem um jarro de água (para saciar a sede dos mortos), velas, incensos, comidas, flores e papel picado. Além disso, são incrementados com os objetos que eram de preferência do morto: cigarros, bebidas, roupas ou brinquedos, doces e comidas.

Os cemitérios também fazem parte da celebração, reunindo parentes, amigos, vendedores ambulantes, músicos, artistas teatrais; os túmulos repletos de flores, adornos, comidas e bebidas. Como parte integrante desse todo multicolorido, as pessoas vestem-se de uma maneira alegre e festiva com suas melhores roupas para receber seus mortos.

No final da festa (dia 02 de novembro), tudo é partilhado entre os parentes, amigos e vizinhos. Essa partilha é conhecida pela expressão “dar la calavera” e cada um volta a ocupar o seu lugar: mortos e vivos regressam aos seus espaços, felizes por se sentirem lembrados e por terem compartilhado suas histórias e seus sonhos.

sábado, 31 de outubro de 2009

História do Dia das Bruxas


A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela inquisição.
Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).


Abóboras iluminadas

Como parte da celebração do Samhain, que significa "final do verão" , os Celtas traziam para casa uma brasa da fogueira comunitária no final da noite. Eles carregavam essas brasas em nabos ocos, fazendo uma lanterna que lembra as abóboras iluminadas de hoje.

Porém, o antecessor direto das abóboras iluminadas vem da Irlanda do século XVIII, onde as tradições Celtas antigas permaneceram como uma parte significativa da cultura nacional. Uma personagem popular nos contos folclóricos irlandeses foi o Jack Miserável ou (Jack O'Lantern), um avarento de má reputação que, em várias ocasiões, fugia das maldições enganando o diabo (geralmente na Noite de Todos os Santos). Em uma história, ele convenceu Satanás a subir em uma árvore para pegar umas maçãs e então fez cruzes em volta do tronco para que o diabo não pudesse descer. O diabo prometeu deixar Jack em paz para sempre, apenas se ele o deixasse sair da árvore.

Quando Jack finalmente morreu, foi rejeitado no céu devido a sua vida de pecados. Porém, mantendo seu acordo, o diabo também não levaria Jack. Ele foi amaldiçoado a viajar para sempre como um espírito no limbo. Assim que Jack deixou os portões do inferno, o diabo jogou para ele uma brasa para iluminar o caminho no escuro. Jack colocou a brasa em um nabo oco e saiu vagando pelo mundo. De acordo com a lenda irlandesa, você pode ver o espírito de Jack na Noite de Todos os Santos, ainda carregando sua lanterna de nabo pela escuridão.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Toni no show de terça à noite




Toni Garrido deixa Cidade Negra? Sim, mas que importância tem isso?
Toni Garrido é uma grande festa. Ele está cantando cada vez melhor, é um showman que faz a platéia beber na sua mão e demonstra uma vontade natural de passear por novos caminhos.
Confesso que não esperava me divertir tanto. Não há quem fique quieto no seu show. Toni resgata canções de seus trabalhos anteriores buscando incrementar o show com o Rock Brasil dos anos 80.
Manda bem, Soldados (Legião) Núcleo Base (IRA) e as suas próprias músicas
Solteiro no Rio de Janeiro, Girassol, A sombra da maldade, Minha irmã (as duas últimas, minhas músicas preferidas).

Muito bom o show!!!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Situações no limite = Über

Über - A Comédia

"Über - A Comédia" é diversão garantida por meio de cenas inusitadas.

"Über - A Comédia" debate com muito humor sobre os verdadeiros desejos do ser humano

São quatro personagens em seus momentos über - expressão alemã que significa super, demais, exagerado, mais que demais, top - que vivem situações limite, com muito humor, que revelam suas intenções ocultas.

As cenas hilariantes mostram as peripécias do baiano que não gosta de festa, do suburbano que quer ser playboy, do entregador de farmácia que é sambista e do chefe de cozinha com tendências astrológicas - fundador da "gastrologia".

Sobre o nome Über, Luis Salem, o autor do texto, diz que ele é tão inusitado quanto o lado b que todos temos. "Todo mundo tem um lado über - mais legal, top, super, tudo de bom - entretanto, para mostrá-lo é necessário que não haja censura alguma. É esta a outra faceta que os nossos personagens mostram".

"Queremos levar ao público o extremo, o máximo, o exagerado de uma situação. As cenas são tão inesperadas que divertem"

Salem e Alcemar são extremamente criativos. Muito engraçado.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Eterno - Carlos Drummond.



Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo,
mas com tamanha intensidade, que se petrifica,
e nenhuma força jamais o resgata!

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência.
Acenando o tempo todo,
mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é segui-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas,
ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber..
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta.
Ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma.
Sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém.
Saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou “como vai”?
Difícil é dizer "adeus".
Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois.
Amar e se entregar.
E aprender a dar valor somente a quem te ama.

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá...

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Tutancâmon - O Último Segredo



Cairo, 1951. O Rei Faruk, um tirano cruel e corrupto, reina num Egito pós-guerra conturbado e alvo dos desejos de França e Inglaterra. É nesta época que Mark Wilder um advogado bem sucedido de NY desembarca no país após convocação por carta anônima. A carta o convoca a descobrir quem ele realmente é? Mark infiltra-se num Egito tumultuado, em busca de sua verdadeira identidade, onde a magia benéfica dos faraós está ameaçada de desaparecer, deixando os tempos modernos desamparados diante da influência do Mal.
Christian Jacq, mescla personagens reais com os fictícios em uma verdadeira aula de Egito antigo.
Não consigo deixar o livro...