terça-feira, 13 de janeiro de 2009

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Os tsurus


O tsuru no Japão designa uma ave, chamada de grou.
Ele representa um símbolo de felicidade.
A ave pernalta normalmente freqüenta as lagoas ao norte de Hokkaido, no Japão.

O Tsuru é um dos mais conhecidos símbolos da paz, segundo uma antiga tradição o costume de dobrar mil garças em origami é um ato de esperança. Daí surgiu o habito de fazer correntes de Tsurus para realizar desejos ou a recuperação de um doente, a felicidade no casamento, a entrada para a universidade, a conquista de um emprego. A primeira referência sobre essa tradição foi encontrada no livro Senbazuru Orikata (Dobrando mil garças), de Ro Ko Na, publicado em 1797.
Sua forma básica serve de base para outras figuras de papel, desde animais até plantas. Antigamente costumava-se pendurar os Tsurus de papel, no teto, para distrair as crianças, especialmente os bebês. Eram oferecidos também nos templos e altares, juntamente com pedidos de proteção.
Acredita-se que originalmente as dobraduras tinham apenas a função decorativa, e só mais tarde foram associadas às orações. Nos monumentos a paz em Hiroshima, onde caiu a bomba atômica há vários conjuntos de 1.000 Grous, vindos de todas as partes do mundo, feitos por alunos de escolas, associações, enfim por um grupo de pessoas que se uniram para pedir a paz. Para a confecção destas mil aves é preciso união, esforço e fé de muitas pessoas formando-se assim uma corrente de pensamentos positivos.
A dobradura do Tsuru é bastante fácil de fazer, se orientada por uma pessoa que conheça a técnica das dobraduras.Os pássaros prontos podem ser amarrados com barbante, formando uma corrente para ser enviada a lugares que necessitam de Paz.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Este é o meu preferido

















O monumento acima é representado pela figura de uma mulher nua em meio a várias engrenagens, que desempenham as transformações trazidas pela Revolução Industrial a pequena Vila de Santo Antônio, elevando assim o povoado ao posto de maior usina de aço do país.



sábado, 10 de janeiro de 2009

















Gosto muito dessa latinha, tenho um xodó muito grande por ela.
E só foi concebida graças ao papel que minha amiga origamica Viví, mandou de Sampa.
Viví, te adoro!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Ano Novo com muitos fogos de artifício ???

"A LENDA DE NIAN"

Há uma velha lenda sobre “Nian”, que significa 'Ano' ou 'Ano Novo ', que explica a origem do Ano Novo chinês (ou Festival da Primavera como é chamado e celebrado na China).

Diz a lenda: Há muito tempo as pessoas de uma aldeia chinesa foram aterrorizadas por um monstro chamado "Nian". O Nian vinha à aldeia, uma vez por ano no início da Primavera para exigir um sacrifício humano, uma criança para ele comer. Ano após ano ele voltava, e ano após ano, as pessoas entregavam as suas crianças para serem devoradas pelo monstro.

Um certo dia, eles decidiram que deixariam de apresentar a sua terrível oferenda. Eles haviam descoberto que Nian era na realidade muito covarde, e tinha medo de ruídos altos e cores vivas. Então, eles compraram muito papel vermelho para decorar as portas de suas casas, escreveram nesses papeis palavras desejando sorte e prosperidade. Em seguida, cobriram os papeis com panos negros e com muitos fogos de artifícios ficaram esperando Nian aparecer na noite de Réveillon.

À meia-noite, Nian novamente voltou à aldeia, para a sua habitual procura por uma criança para comer. De repente alguns dos aldeões correram em sua direção, tocando gongos, tambores e címbalos, enquanto outros retiravam os panos negros descobrindo os papeis vermelhos sobre as portas das casas. Então, os homens soltaram os fogos de artifício, fazendo um barulho ensurdecedor. O Nian, aterrorizado e perplexo pelas cores e ruídos, desviou-se da aldeia e fugiu, deixando-os em paz, por mais um ano, pelo menos. Então, eles celebraram com uma grande festa para a qual toda a aldeia foi convidada. Desde então, para evitar que Nian retorne para reclamar outra vítima, todos os anos, os chineses de todas as aldeias na China, celebram o Ano Novo com muitos fogos de artifício e alegorias feitas com papel colorido onde predomina o vermelho ....

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Série mandalas







MANDALAS

Não se sabe ao certo quem a criou. “Sua origem se perde no tempo, mas é certo que muitos povos primitivos já a utilizavam em seus rituais”.

A palavra mandala deriva do sânscrito e quer dizer “círculo”. Trata-se de uma representação geométrica do Universo, um rico diagrama composto de círculos, quadrados e triângulos em torno de um ponto central que representa o início de tudo. Seu uso como instrumento de meditação, para despertar graus elevados de consciência, tornou-a difundida no Ocidente. “Além de fazer bem aos olhos, ela tem a propriedade de conduzir nosso olhar sempre de volta para o centro. Por analogia, possui o poder de fazer com que nos voltemos para o nosso ser interior”, afirma. Carl Jung descobriu que desenhar, pintar e sonhar com mandalas é parte natural do processo de autoconhecimento e individuação.

Ainda hoje, os monges budistas do Tibete cultivam a tradição de fazer grandes mandalas com milhões de grãos de areia colorida, um paciente e delicado trabalho que pode estender-se por meses. “Depois de finalizada, os monges a destroem. E a mandala, que era feita com objetos da terra, à terra retorna”. Sua destruição simboliza o desapego com as coisas terrenas, a impermanência da vida.

Série artistas locais






































Presépio By Dilma Carvalho.


Pra quem não conhece Dilma, é uma artista local, é a mente criativa responsável por essas figuras gigantes, que representam o nascimento de jesus.
As montagens das fotos foram presente de minha querida amiga origamica karina.
Beijos Kary, vc é um amor!!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009














Espirais by
Tomoko Fuse.
Laboratórios com papeis dos encartes das lojas Renner.
São ótimos de trabalhar!


Feliz Ano Novo (citando Carlos Drummond de Andrade)

TEMPO. . .


Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui para adiante vai ser diferente...